Como atrair uma menina rica

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[2012] Oliver James - Como desenvolver a inteligência emocional

2020.01.13 12:30 AntonioMachado [2012] Oliver James - Como desenvolver a inteligência emocional

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2018.10.04 04:38 gatoetc Industrialização e Urbanização (portfólio mod4, pt.4)

Industrialização e Urbanização

Entre os séculos XV e XVII, cerca de 80% de toda a população europeia vivia no campo. Até o final do século XVIII esse número se manteve com poucas variações: de cada 100 habitantes da Europa, cerca de 85 viviam no campo ou em pequenos povoados. Essas mulheres, homens e crianças trabalhavam como agricultores, criadores de animais ou artesãos, produzindo alimentos, móveis, roupas, objetos e quase tudo de que precisavam. Geralmente, produziam em pequenas quantidades e vendiam ou trocavam o que não consumiam.
Além do mundo rural, havia as cidades, em geral, pequenas ou médias. Em 1801, apenas 23 cidades europeias ultrapassavam os 100 mil habitantes – em 1900, esse número ampliou-se para 135. Nas cidades, desenvolvia-se o comércio, as manufaturas e a administração pública. Com a industrialização, esse cenário modificou-se imensamente.
Devido à 1ª Revolução Industrial, a Grã-Bretanha tornou-se a maior potência mundial e sua capital, Londres, a cidade mais importante do Ocidente. Ela era considerada referência da civilização europeia e, ao mesmo tempo, recebia produtos e pessoas de todas as regiões do planeta.
A zona rural inglesa passou por um lento processo de transformação caracterizado pela extinção das pequenas propriedades e pela concentração rural. As terras passaram a ser cercadas para a criação de carneiros, resultando na redução da área agrícola e na expulsão dos camponeses que migraram para as cidades em busca de trabalho (êxodo rural). No século XVIII, novas técnicas agrícolas passaram a ser desenvolvidas, com a introdução de máquinas (novos arados, grades para aplainar a terra, debulhadoras e ceifadeiras mecânicas), permitindo o crescimento da produção agrícola.
Devido à crescente industrialização do campo e da cidade, a população inglesa aumentou rapidamente saltando de 6,5 milhões de pessoas em 1750, para 16,3 milhões em 1800 e 27,5 milhões em 1851 (No mundo também houve um expressivo aumento demográfico: em 1830, a população mundial atingiu a marca de 1 bilhão e, na virada do século XIX para o XX, chegou a 2 bilhões). As cidades eram o local onde o número de habitantes mais crescia, devido ao êxodo rural, sendo que o afluxo de pessoas era bem superior ao esperado. Por volta de 1850, Londres tinha uma população de aproximadamente 2,5 milhões de pessoas e o governo precisava investir em infraestrutura, como transportes, saneamento e moradias.
A maioria da população vivia em áreas distantes, os subúrbios. As moradias dos trabalhadores eram modestas, escuras e mal ventiladas e, muitas vezes, recebiam as fuligens das fábricas. Famílias mais numerosas tinham que compartilhar ambientes pequenos e desconfortáveis. As moradias não tinham banheiro e não havia sistema de coleta de esgoto, sendo que as fezes e a urina eram depositadas em baldes e penicos que depois eram esvaziados na rua, onde se juntava ao lixo – que podia se acumular a metros de altura. O lixo decomposto infectava o solo e a água, além de atrair um grande número de pulgas, percevejos, baratas, ratos, moscas e mosquitos. Isso provocava a propagação de epidemias como cólera, varíola, difteria e tuberculose – problemas para os quais a medicina ainda não tinha resposta.
Nas áreas centrais da cidade, onde habitavam os mais ricos, as casas eram maiores, arejadas e iluminadas, as avenidas eram largas, servidas por coleta de lixo, bombeiros e policiamento e, pouco a pouco, também por iluminação pública e por linhas de bondes. Mesmo com os problemas decorrentes da urbanização acelerada, a cidade tinha seus encantos. As inovações tecnológicas – como a iluminação a gás e depois a eletricidade – possibilitavam um novo estilo de vida. As pessoas podiam caminhar à noite e prolongar seus momentos de lazer.
O triunfo dos valores burgueses

A industrialização trouxe consigo o crescimento em quantidade e importância de trabalhadores qualificados, como engenheiros, administradores, comerciantes e vendedores especializados, formando um grupo social intermediário, a classe média.
Havia muitas diferenças econômicas entre um industrial, um profissional liberal e um pequeno comerciante; mesmo assim, eles possuíam alguns valores comuns. Uma das ideias compartilhadas era a crença de que o progresso econômico dependia do esforço individual.
Contudo, para os proprietários de indústrias e bancos, o princípio fundamental era o da liberdade econômica. Segundo eles, o progresso só seria atingido se houvesse liberdade para os investimentos, sem privilégios para os aristocratas nem a interferência do Estado. Já para a classe média, que vivia a instabilidade dos processos econômicos, a defesa de seus interesses políticos pressupunha a garantia da propriedade privada e da liberdade econômica. Por isso, lutava por uma participação maior nas decisões políticas, por exemplo, pela ampliação da base eleitoral.

A emergência da classe média

A classe média se beneficiou do progresso econômico que veio com a industrialização. O grupo passou então a valorizar a dedicação ao trabalho como forma de realização pessoal e os estudos como maneira de ascender socialmente. Aqueles que pertenciam à classe média procuravam imitar a forma de vida dos mais ricos, nas construções de suas moradias, nos hábitos culturais, na aquisição de produtos que ofereciam conforto ou representavam distinção social.
Por fazer parte da burguesia, a classe média convivia com o desafio de poder enriquecer e ascender socialmente; mas os riscos de má administração dos recursos e de empobrecimento também existiam. Uma das diferenças do mundo burguês em relação ao mundo aristocrático do período anterior ao das revoluções é exatamente esta: o nobre poderia não ser endinheirado, mas possuía um estável prestígio político e social; os burgueses, alicerçados na liberdade e nos esforços individuais, até poderiam progredir e mudar de patamar social, mas não tinham garantia de permanecer nele.

O trabalho feminino e infantil

Embora a Revolução Industrial não tenha inventado o trabalho feminino e infantil, as mudanças econômicas decorrentes do período industrial alteraram suas condições. As mulheres e crianças mais pobres trabalhavam nas fábricas ou nas minas, indo cada vez mais distantes de suas casas, cumprindo uma disciplina severa com horários prolongados e controlados de forma rígida e em situações insalubres. As mulheres com melhor instrução e condição social, mas que não eram ricas, trabalhavam em escritórios e no comércio.
O trabalho feminino e infantil passou a ser essencial para o orçamento familiar, em vista dos salários miseráveis recebidos para garantir a submissão dos trabalhadores ao novo sistema fabril de produção. Mulheres casadas e com filhos precisavam conciliar o trabalho doméstico e o cuidado das crianças com a profissão. As jovens solteiras também ajudavam no orçamento familiar e nas tarefas da casa.
Com o desenvolvimento acelerado das tecnologias, exigia-se cada vez mais a qualificação dos trabalhadores. As mulheres da classe média corresponderam rapidamente a essa demanda por mais estudos. A presença cada vez maior de meninas nas escolas transformou o magistério, abrindo essa carreira às mulheres.

A luta feminina por direitos

Essa inserção no mercado de trabalho, porém, não veio acompanhada de conquistas sociais. O salário pago aos homens era bem maior do que o recebido pelas mulheres (em média, 60% maior para os homens). Além disso, elas continuavam sem direitos como o de votar.
Sob influência dos princípios de igualdade liberais e socialistas, os movimentos feministas ganharam vulto nos países industrializados. Refutavam os argumentos que justificavam a inferioridade feminina e lutavam pelo princípio de igualdade entre homens e mulheres.
A primeira reivindicação das mulheres foi o direito ao voto. Muito influente na Inglaterra e nos Estados Unidos, a causa feminina ganhou apoio naquelas sociedades e, no início do século XX, atingiu outras áreas da Europa e do restante do mundo.
A população mundial quase duplicou no século XIX, saltando de 900 milhões para 1,6 bilhão de habitantes. O desenvolvimento da produção industrial, o aperfeiçoamento das técnicas agrícolas e a introdução de novos meios de transporte contribuíram para fornecer alimento, trabalho e novas condições de vida para milhões de pessoas. Ao mesmo tempo, o avanço da ciência e da medicina melhoraram os padrões de saúde pública, reduzindo as taxas de mortalidade e ampliando a expectativa de vida.
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